Factos e Estatísticas

Consumo de Álcool e Drogas:

Como é do conhecimento geral, toxicodependência, seja qual for – álcool, fármacos e as demais drogas de abuso tais como a heroína, cocaína, exctasy, anfetaminas, etc., é um problema de saúde pública a nível mundial, com graves implicações sociais, politicas, económicas e culturais que a todos atinge.

Existem 18 milhões de alcoólicos e 6 milhões de toxicodependentes nos EUA (Special Report to the U.S. Congresso n Alcohol and Health, National Institute on Alcohol Abuse and Alcoholism – NIAAA, 1990.)

Os Alcoólicos têm uma esperança de vida de cerca de 25 anos (Substance Abuse: The Nation's Number One Health Problem, Institute of Health Policy, Brandeis University, for the Robert Wood Johnson Foundation, 1993)

O álcool é responsável de cerca de 100.000 mortes por ano, tornando-se a terceira maior causa de mortalidade precoce. (Journal of the American Medical Association, November, 1993.)
Está estimado que o álcool é responsável por 50% de todos os homicídios e 30% de suicídios. (Secretary of Health and Human Services, Eighth Special Report to the U.S. Congress on Alcohol and Health, 1993.)

Portugal não foge a regra. A testá-lo, os cerca de 1 000 000 de alcoólicos e 250 000 toxicodependentes, números estes assustadores e com tendência a aumentar, pelo que urge tomar mediadas que combatam este flagelo que está na base da destruição do individuo, da família e da sociedade em que o mesmo se insere.

 

Recuperação: (Estatísticas da Fundação Hazelden, 1997)

NA generalidade, os relatórios sobre os indivíduos em recuperação indicam que tem um melhoramento na sua qualidade de vida 12 meses após tratamento:

  • Mais de 70% dos indivíduos em recuperação melhoram o seu relacionamento com o seu parceiro matrimonial
  • 80% melhoram o seu relacionamento familiar e a capacidade para lidar com os respectivos problemas
  • Mais de 80% apresentam melhorias na sua sanidade mental

Existe uma grande correlação entre frequência de AA e abstinência. Daqueles que frequentam estes grupos, 63% mantém-se abstinentes.